Terça-feira, 10 de Janeiro de 2012

O Polvo Maçónico

Tenho uma declaração de interesses a fazer. Nunca na vida fui maçon, não sou maçon, e jamais o serei. E, pese embora conheça pessoas que pertencem à Maçonaria, tenho uma profunda repulsa pela Maçonaria, pois esta sinistra organização que, sobre a falsa égide de lutar pela igualdade, pela justiça e pela fraternidade, representa o pior que há na sociedade, defendendo valores e princípios que estão nos antípodas dos queis eu defendo, luto e acredito.

 

Ficamos agora a saber que há uma loja maçónica, com o nome de um compositor austríaco conhecido (Amadeus Wolfgang Mozart), que tem ligações priviligiadas ao aparelho de Estado, e que os seus membros se servem do facto de integrarem essa loja para a prossecução de interesses e negócios privados e, com isso, virem a influenciar o aparelho de Estado, colocando no mesmo pessoas da sua inteira confiança.

 

Ficamos ainda a saber que dessa loja fazem parte o actual líder da bancada parlamentar do PSD, Luís Montenegro, o antigo director do SIED e actual quadro da Ongoing, Jorge Silva Carvalho, o Presidente do Conselho de Administração da Ongoing, Nuno Vasconcelos, um antigo Chefe de Gabinete de Isaltino de Morais, Nuno Montalvo, um cozinheiro conhecido, Vítor Sobral, e o Director do Semantário Económico, António Costa.

 

Como também ficamos ainda a saber que alguns dos membros dessa loja Mozart combinaram entre si um endendroso plano para controlar os Serviços de Informação e Segurança do Estado, vulgarmente conhecidos por Serviços Secretos, e, assim, minarem o aparelho de Estado.

 

Nada disto me espanta, nem nada disto me surpreende. Sobretudo se atendermos ao modus funcionandi e aos fins da Maçonaria, não só em Portugal, como no resto do Mundo. Mas é Portugal que para o caso interessa.

 

A Maçonaria em Portugal é uma organização de cariz secreto, envolta em rituais ocultos. Pretende minar o aparelho de Estado e influenciar esse mesmo aparelho, colocando à sua frente pessoas da sua inteira confiança para a prossecução dos seus fins.

 

Sobre a falsa égide da defesa dos valores da igualdade, da justiça e da fraternidade, o que a Maçonaria pretende é subverter os valores do Estado, das leis da natureza, da ordem, da segurança, e do indivíduo, estando a Maçonaria associada a acontecimentos nefastos e funestos da História de Portugal.

 

Com efeito, a Maçonaria teve um papel preponderante na Guerra Civil de 1828-1834, sendo o baluarte na defesa de interesses de potências estrangeiras que queriam influenciar na governação de Portugal, e que não se reviam na governação do Rei D. Miguel I. Esteve associada ao mais hediondo crime do século XX, através do seu braço armado denominado de Carbonária, que constistiu no cobarde assassinato do Rei D. Carlos I e do Princípe Herdeiro D. Luís Filipe a 1 de Fevereiro de 1908. Regicídio esse que deu origem à implantação do (caduco) regime republicano em que vivemos, no qual a Maçonaria teve um papel de relevo. E teve também um papel de relevo nessa revolução bizarra, atípica e sui generis que foi o 25 de Abril de 1974.

 

Para além disso, as aberrantes leis pelas quais duas pessoas do mesmo sexo podem contrair casamento civil nas mesmas condições em que duas pessoas de sexo diferente o podem fazer, de liberalização total do aborto até às 16 primeiras semanas de gravidêz, de eliminação do conceito de culpa, que é um dos principais conceitos do Direito Civil na famigerada lei do divórcio, e de despenalização do consumo de drogas tem forte influência e cunho maçónico.

 

Agora assistimos a ligações promiscuas entre um grupo económico e os Serviços de Informação do Estado, onde todos os envolvidos pertencem à mesma confraria. E vimos que no Parlamento temos elos de ligação entre esse grupo económico e os Serviços de Informação do Estado.

 

Tudo isto só vem demonstrar que a Maçonaria, para além de ser uma organização perversa e sinistra, assemelha-se a um polvo, que, com os seus vários tentáculos, quer deitar mão a tudo, de modo a poder controlar tudo e todos.

 

Ora isso não pode acontecer, sob pena de se acabar com o que resta do pouco de Portugal.

publicado por novadireita às 15:26
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