Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012

Gastos Ministeriais na Justiça

O "Correio da Manhã", que mais não é do que um mero boletim oficial do actual Ministério da Justiça, publicou uma notícia, segundo a qual José Magalhães, anterior Secretário de Estado da Justiça no Governo de José Sócrates, teria comprado com dinheiros públicos objectos maçónicos para decorar o seu gabinete.

 

O próprio José Magalhães não negou a notícia, tendo todavia dito que o custo desses mesmos adornos foi meramente simbólico, e que pouco pesou ao erário público.

 

Sou completamente contra que um membro do Governo, seja ela Ministro, Secretário de Estado, Assessor ou Chefe de Gabinete decore o seu gabinete ao seu gosto pessoal com dinheiros públicos, pois trata-se de dinheiro obtido à custa dos nossos impostos.

 

Imaginse-e que sempre que mudava o Governo, cada membro do Governo decorava o seu gabinete de trabalho ao seu gosto pessoal, e sempre mediante recurso a dinheiros públicos. Quanto é que isso não custaria ao País?

 

Daí que condene veementemente a atitude de José Magalhães, de ter decorado o seu gabinete com objectos alusivos à Maçonaria, pagos com dinheiros públicos, conforme o mesmo confessou. E que, em nome da transparência, entendo que José Magalhães deveria repôr nos cofres do Estado tudo aquilo que gastou com a decoração do seu gabinete de trabalho, por mais simbólico que tenha sido o gasto.

 

Mas será que foi só José Magalhães o único a esbanjar dinheiro no Ministério da Justiça? E ainda que José Magalhães e Alberto Martins, conforme foi noticiado recentemente pelo "Correio da Manhâ", tinham uma série de avultadas verbas destinadas a despesas de representação e de refeições, e que foram abusivamente usadas? Porque é que não se fala de todos os gastos sumptuosos que foram efectuados por todos aqueles que integraram a equipa do Ministério da Justiça no último Governo de José Sócrates, da qual fazia parte o cunhado da actual Ministra da Justiça?

 

Será que Alberto Martins e José Magalhães foram os únicos a prevaricarem no Ministério da Justiça? Ou será que mais alguém prevaricou e que agora não convém que se saiba? Quais as razões pelas quais João Correia, cunhado da actual Ministra da Justiça, se demitiu do cargo de Secretário de Estado no anterior Governo de José Sócrates? Essa demissão nunca esteve bem explicada.

 

Post Scriptum - Com este artigo não estou a defender o anterior Governo, do qual sempre fui um acérrimo crítico e opositor, nem a fazer qualquer espécie de defesa de Alberto Martins e de José Magalhães. Quero, como Português e como Advogado inscrito no Sistema de Acesso ao Direito, saber o que é que se passou no Ministério da Justiça, e quem é que andou a usar em seu bel prazer dinheiros públicos. Ou seja, dinheiro de todos aqueles que pagam impostos para sustentar este Estado parasitário e despesista.

publicado por novadireita às 17:04
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Auditoria no Apoio Judiciário - A Verdade Vem ao de Cima

O Bastonário da Ordem dos Advogados dará hoje pelas 16h uma conferência de imprensa no Salão Nobre do Conselho Geral da Ordem dos Advogados, onde serão divulgados os resultados da auditoria realizada pela Ordem dos Advogados aos Advogados que se encontram inscritos no sistema de Acesso ao Direito.

 

A auditoria contraria, de forma flagrante, os resultados difundidos em conferência de imprensa realizada a 12 de Dezembro do ano transacto, pelo Ministério da Justiça.

 

Efectivamente a Ministra da Justiça, nessa aludida conferência de imprensa, atentou contra a honra e consideração de um número significativo de Advogados que, sem que tivessem cometido quaisquer irregularidades, se viram indiciados de práticas censuráveis.

 

Assim, irá pois a Ordem dos Advogados difundir não só os resultados da auditoria que efectuou, como também de assacar as respectivas responsabilidades, remetendo designadamente o documento a apresentar para a Procuradoria-Geral da República.

 

A verdade é como o azeite. Vem sempre ao de cima. E a Ministra da Justiça tem que ser desmascarada.

 

publicado por novadireita às 11:08
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Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2012

Assalto ao Aparelho de Estado

Ontem o Governo nomeou mais dois boys para integrarem o Conselho de Administração das Águas de Portugal, prosseguindo assim uma política há muito seguida neste País de jobs for the boys.

 

Os contemplados com o novo emprego são o Presidente da Câmara Municipal do Fundão, Manuel Frexes, cuja autarquia tem uma dívida colossal às Águas do Zêzere, que fazem parte do grupo Águas de Portugal, e o Vice-Presidente da Câmara Municipal do Porto, Álvaro Castelo Branco, que é Presidente do Conselho de Administração das Águas do Porto, empresa essa que o executivo liderado por Rui Rio quer privatizar.

 

Para além do mais, Manuel Frexes e Álvaro Castelo Branco são homens da inteira e total confiança de Pedro Passos Coelho e Paulo Portas, sendo que Álvaro Castelo Branco é um dos incondicionais apoiantes de Paulo Portas desde a primeira hora.

 

Resulta pois que este Governo nomeia para lugares do aparelho de Estado pessoas da sua inteira confiança política, à imagem e semelhança do que fazem os anteriores Governo. PSD e CDS quando estão na oposição criticam veementemente as nomeações para lugares do aparelho de Estado efectuadas pelo PS. E quando chegam ao poder, tratam logo de nomear pessoas da confiança política dos líderes dos respectivos partidos, metendo nas gavetas do esquecimento tudo aquilo que disseram quando estavam na oposição.

 

Este raciocínio é igualmente válido para o PS que, quando está na oposição, critica veementemente as nomeações feitas pelo PSD e pelo CDS para os lugares do aparelho de Estado, e, quando chega ao poder, trata logo de nomear pessoas da confiança política do seu líder, metendo nas gavetas do esquecimento tudo aquilo que disseram quando estavam na oposição.

 

É também por esses motivos que os cidadãos cada vez mais se divorciam da política e dos políticos, abstendo-se cada vez mais nas eleições. É que a política neste País mete nojo.

publicado por novadireita às 11:08
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Terça-feira, 10 de Janeiro de 2012

Mais Jobs Para Boys e Girls

À primeira vista, confesso que fiquei surpreendido com a composição do Conselho de Supervisão da EDP, pois o mesmo é composto por pessoas ligadas ao PSD e ao CDS, sendo que os nomes de alguns dos membros do Conselho de Supervisão foram para mim uma autêntica supresa.

 

E fiquei surpreendido, porque, sendo a EDP uma empresa 100% privada, como é que é possível que o seu Conselho de Supervisão seja composto essencialmente por pessoas com ligações ao PSD e ao CDS, que são ps partidos que compõem o actual Governo, sendo que um dos membros do referido Conselho de Supervisão (o empresário Ilídio Pinho) foi superior hierárquico do actual Primeiro-Ministro na Fomentinvest, que era o grupo económico onde trabalhava, antes de ascender à liderança do PSD.

 

Porém, em Portugal há uma enorme tendência dos grupos económicos estarem nas boas graças do poder político, e de colocarem em lugares de destaque, de administração e de supervisão membros com ligações aos partidos políticos que coupam o poder, de forma a conseguirem benesses e acesso a negócios que, noutras condições, o não conseguiriam.

 

Ora isto demonstra a total promiscuidade que há entre o Estado e a economia. Promiscuidade essa que Pedro Passos Coelho, enquanto líder da oposição, clamou aos sete ventos que teria que acabar, e que, com ele à frente do Governo, acabaria mesmo. Mas que depressa Pedro Passos Coelho, quiçá com receio de desobedecer ao seu guru político Ângelo Correia, rapidamente meteu na gaveta do esquecimento, e, em conluío com o seu parceiro de coligação, tenham nomeado mais uma fornada de boys e de girls para colocarem à frente do Conselho de Supervisão de uma empresa aparentemente 100% privada.

publicado por novadireita às 16:00
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O Polvo Maçónico

Tenho uma declaração de interesses a fazer. Nunca na vida fui maçon, não sou maçon, e jamais o serei. E, pese embora conheça pessoas que pertencem à Maçonaria, tenho uma profunda repulsa pela Maçonaria, pois esta sinistra organização que, sobre a falsa égide de lutar pela igualdade, pela justiça e pela fraternidade, representa o pior que há na sociedade, defendendo valores e princípios que estão nos antípodas dos queis eu defendo, luto e acredito.

 

Ficamos agora a saber que há uma loja maçónica, com o nome de um compositor austríaco conhecido (Amadeus Wolfgang Mozart), que tem ligações priviligiadas ao aparelho de Estado, e que os seus membros se servem do facto de integrarem essa loja para a prossecução de interesses e negócios privados e, com isso, virem a influenciar o aparelho de Estado, colocando no mesmo pessoas da sua inteira confiança.

 

Ficamos ainda a saber que dessa loja fazem parte o actual líder da bancada parlamentar do PSD, Luís Montenegro, o antigo director do SIED e actual quadro da Ongoing, Jorge Silva Carvalho, o Presidente do Conselho de Administração da Ongoing, Nuno Vasconcelos, um antigo Chefe de Gabinete de Isaltino de Morais, Nuno Montalvo, um cozinheiro conhecido, Vítor Sobral, e o Director do Semantário Económico, António Costa.

 

Como também ficamos ainda a saber que alguns dos membros dessa loja Mozart combinaram entre si um endendroso plano para controlar os Serviços de Informação e Segurança do Estado, vulgarmente conhecidos por Serviços Secretos, e, assim, minarem o aparelho de Estado.

 

Nada disto me espanta, nem nada disto me surpreende. Sobretudo se atendermos ao modus funcionandi e aos fins da Maçonaria, não só em Portugal, como no resto do Mundo. Mas é Portugal que para o caso interessa.

 

A Maçonaria em Portugal é uma organização de cariz secreto, envolta em rituais ocultos. Pretende minar o aparelho de Estado e influenciar esse mesmo aparelho, colocando à sua frente pessoas da sua inteira confiança para a prossecução dos seus fins.

 

Sobre a falsa égide da defesa dos valores da igualdade, da justiça e da fraternidade, o que a Maçonaria pretende é subverter os valores do Estado, das leis da natureza, da ordem, da segurança, e do indivíduo, estando a Maçonaria associada a acontecimentos nefastos e funestos da História de Portugal.

 

Com efeito, a Maçonaria teve um papel preponderante na Guerra Civil de 1828-1834, sendo o baluarte na defesa de interesses de potências estrangeiras que queriam influenciar na governação de Portugal, e que não se reviam na governação do Rei D. Miguel I. Esteve associada ao mais hediondo crime do século XX, através do seu braço armado denominado de Carbonária, que constistiu no cobarde assassinato do Rei D. Carlos I e do Princípe Herdeiro D. Luís Filipe a 1 de Fevereiro de 1908. Regicídio esse que deu origem à implantação do (caduco) regime republicano em que vivemos, no qual a Maçonaria teve um papel de relevo. E teve também um papel de relevo nessa revolução bizarra, atípica e sui generis que foi o 25 de Abril de 1974.

 

Para além disso, as aberrantes leis pelas quais duas pessoas do mesmo sexo podem contrair casamento civil nas mesmas condições em que duas pessoas de sexo diferente o podem fazer, de liberalização total do aborto até às 16 primeiras semanas de gravidêz, de eliminação do conceito de culpa, que é um dos principais conceitos do Direito Civil na famigerada lei do divórcio, e de despenalização do consumo de drogas tem forte influência e cunho maçónico.

 

Agora assistimos a ligações promiscuas entre um grupo económico e os Serviços de Informação do Estado, onde todos os envolvidos pertencem à mesma confraria. E vimos que no Parlamento temos elos de ligação entre esse grupo económico e os Serviços de Informação do Estado.

 

Tudo isto só vem demonstrar que a Maçonaria, para além de ser uma organização perversa e sinistra, assemelha-se a um polvo, que, com os seus vários tentáculos, quer deitar mão a tudo, de modo a poder controlar tudo e todos.

 

Ora isso não pode acontecer, sob pena de se acabar com o que resta do pouco de Portugal.

publicado por novadireita às 15:26
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Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012

O Horror Começou

Bem vindos a 2012, o ano de todos os males e de todos os horrores. Vai ser um ano em que os impostos vão subir em flecha, onde os portugueses vão ter menos dinheiro nos bolsos, onde o desemprego vai aumentar, onde as insolvências de pessoas singulares e colectivas são disparar em flecha, onde o acesso à saúde e à justiça vão ser pagos a peso de ouro, onde as empresas, umas vão fechar e outras vão transferir as suas sedes para o estrangeiro, à imagem e semelhança do que fez o Grupo Jerónimo Martins.

 

De forma a distrair o povo, vamos continuar a assistir a mais folclore político-partidário, descobrindo-se agora ligções à Maçonaria de alguns dos nossos políticos. O Dr. Alberto João Jardim vai continuar a mandar mais uns bitaites, tal como o Sr. Jorge Nuno Pinto da Costa e a Selecção Nacional, se fizer uma boa campanha no Euro que se disputa na Polónia e na Ucrânia, pode dar uma alegria a este povo que se encontra profundamente deprimido.

 

O horror começou, e, tal como o Toyota, veio para ficar. Isto apesar de Pedro Passos Coelho dizer que Portugal vai voltar a ter crescimento económico a partir de 2013, o certo é que esse crescimento económico é uma mera fantasia e uma mera ilusão para inglês ver. Ou, melhor dizendo, para português ouvir.

 

Pobre Portugal, ao ponto a que chegaste. Custa assistir ao teu próprio funeral.

publicado por novadireita às 11:36
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