Quinta-feira, 28 de Abril de 2011

Dia Histórico Para o Futebol Português

Pela primeira vez na sua História, o futebol português tem 3 equipas nas meias-finais da Liga Europa, que sucedeu à antiga Taça UEFA, sendo que, uma das equipas que estará na final de Dublin do próximo dia 18 de Maio será uma equipa portuguesa, visto que um dos jogos das meias-finais opõe o Benfica ao Braga.

 

A final da Liga Europa pode ainda ser disputada por duas equipas portuguesas, caso o Porto saia vencedor do confronto com o Villareal, podendo ainda a final ser disputada entre Benfica e Porto. Seria a oportunidade de o Benfica se redimir das derrotas que o Porto lhe infligiu nos jogos para o Campeonato Nacional, Taça de Portugal e Supertaça.

 

Aliás seria interessante que a final da Liga Europa fosse disputada por duas equipas portuguesas. Se tal acontecer, espero que seja entre o Benfica e o Porto, e que o Benfica se desforre e vença a final de forma categorica. Pelo menos há a garantia de que o árbitro é estrangeiro, o que, a priori, é uma maior garantia da sua isenção e da sua imparcialidade.

 

Numa altura em que Portugal está a braços com a maior crise económica da sua História, valha-nos o futebol para dar uma pequena alegria a este pobre povo, que se encontra deprimido e pelas ruas da amargura, e que terá, mais uam vez que pagar, sem saber como, os erros de desastrosas governações feitas por bandos de pantomineiros. De que José Sócrates constitui verdadeiro exemplo.

publicado por novadireita às 10:54
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Quarta-feira, 27 de Abril de 2011

É a Bancarota, Estupido

Olli Rehn, o Comissário filandês da União Europeia para os assuntos económicos veio ontem dizer, com a frieza nórdica que lhe é peculiar, que se a Finlândia votar contra o resgate a Portugal, o País fica numa situação de bancarota. Tal seria o agravar de uma situação caótica e calamitosa em que há muito nos encontramos mergulhados.

 

Este País tem vivido muito acima das suas possibilidades, esbanjando o que tem e o que não tem, de modo a sustentar uma corja que vive à custa do aparelho de Estado. A prova disso é a revisão em alta do défice para 2010, que se fixou muito acima da meta prevista pelo Governo.

 

A ajuda externa é inevitável. Porém, perante a situação económica em que o País se encontra, vamos ver quais as condições exigidas pela troika constituida pelo BCE, FEFF e FMI para que essa mesma ajuda seja concedida. E as condições não vão ser nada suaves, sobretudo para os bolsos dos portugueses que, se não morrerem do mal, morrem da cura.

 

Pobre País, a que estado chegou. Pobre povo, que vai ter que comer o pão que o diabo amassou para pagar pelos desmandos dessa corja de inimputáveis políticos que nos (des)governaram. O pesadelo vai agora começar. Não sabemos quando é que o mesmo irá acabar, nem quantas mortes ocorreram durante a sua duração.

sinto-me:
publicado por novadireita às 12:23
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Quarta-feira, 20 de Abril de 2011

Votos de Boa Páscoa

Desejo a todos os amigos e leitores deste blogue votos de uma Boa Páscoa passada na companhia de quem mais quiserem, e que aprovitem para descansar (aqueles que o possam) nestas mini-férias da Páscoa.

 

O São Pedro é que não está pelos ajustes, e parece que o tempo vai estar mau. Quem estava a pensar fazer uns dias de praia, como era o meu caso, ficou com as voltas trocadas. É a vida, como diria o outro.

 

Que estes dias de mini-férias da Páscoa nos permitam arranjar forças físicas e psíquicas para enfentar os tormentos que aí vêm impostos pelo FMI, pelo FEFF e pela UE, fruto de (des)governos de inimputáveis políticos, que deixaram o nosso País (ou o pouco que resta dele), literalmente a saque.

publicado por novadireita às 15:58
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Segunda-feira, 18 de Abril de 2011

A Greve à Democracia

António Marinho e Pinto, numa entrevista que deu à RTP N no passado sábado, apelou a uma abstenção geral dos portugueses nas próximas eleições legislativas, que terão lugar em 5 de Junho.

 

O argumento que António Marinho e Pinto defende para a abstenção geral dos portugueses é que o Governo que sair das próximas eleições terá pouca ou nenhuma margem para governar, visto que irá funcionar como mero executor das decisões que os estrangeiros já tomaram para o nosso País. E que, estando a classe política em profundo descrédito, a melhor maneira de se proceder à refundação da democracia (e da República), era que todos os portugueses se abstivessem nas próximas eleições legislativas.

 

Sou suspeito para falar de António Marinho e Pinto. Quer por ser seu amigo pessoal, quer por ser seu apoiante nesta cruzada em prol da Ordem dos Advogados, quer porque, mediante honroso convite do próprio, integro a Comissão Nacional de Estágio e Formação (CNEF) da Ordem dos Advogados, quer ainda porque, no ponto de vista político, eu e António Marinho e Pinto estamos nos antípodas políticos - ele é Republicano e de esquerda, e eu sou Monárquico e de direita. Além de que não é meu hábito comentar publicamente as intervenções públicas dos meus amigos.

 

Quer eu, quer António Marinho e Pinto, somos ambos democratas. Pese embora a democracia não seja o regime perfeito (esse regime não existe em parte nenhuma), mesmo assim é o único onde, em liberdade, podemos expor as nossas ideias, claro que com respeito pelos nossos adversários, sem sofrermos consequências adversas. Já Winston Churchil, que é uma das minhas referências políticas dizia que a democracia tinha a vantagem de os cidadãos poderem dizer mal dela. Algo que é impensável numa ditadura.

 

A democracia em Portugal, saída de uma Revolução atípica e sui generis como foi a ocorrida a 25 de Abril de 1974 encontra-se pelas ruas da amargura. A classe política não tem credibilidade nenhuma. Quem vai para a política vai mais para servir os seus interesses pessoais e os dos seus amigos do que servir o País. A prominscuidade entre o Estado e o partido que está no Governo é total, com o aparelho de Estado a ser totalmente controlado e minado pelos boys e pelas girls que são nomeados para vários cargos sem qualquer espécie de experiência para o exercício dos mesmos. A promiscuidade entre o mundo dos negócios e a classe política é total, já que muitos dos administradores de grandes empresas que têm negócios com o Estado foram ex-Ministros ou ex-Deputados, o que assegura a continuidade dos negócios dessas empresas com o Estado.

 

Comparando-se a actual classe política com a classe política do tempo da I República, que levou Portugal para uma profunda crise económica, política, moral, de valores e de princípios, as diferenças são poucas ou nenhumas. Foi precisamente a implantação da República que levou ao descrédito da democracia. Pelo que votar nas próximas eleições legislativas em nada irá contribuir para se iniciar o processo de mudança de que o País tanto precisa.

 

Concordo plenamente que a democracia em Portugal necessita urgentemente de ser refundada, sob pena de cairmos numa ditadura, ou então Portugal mais não seja do que um mero protectorado de Países estrangeiros. O que implica necessariamente a substituição da República por uma Monarquia Constitucional, à imagem e semelhança dos Países mais evoluidos e civilizados da Europa, que têm Monarquias Constitucionais como formas de Governo.

 

Ora uma das melhores maneiras para se proceder à refundação da democracia é precisamente a abstenção generalizada de todos os portugueses nas próximas eleições legislativas de 5 de Junho. A abstenção ao próximo acto eleitoral é a melhor maneira que os portugueses têm para dizer aos políticos deste País que eles estão gastos, caducos e desacreditados. Que os portugueses já não confiam neles, e que está na altura de os actuais políticos se irem embora, pois foram eles e a República que colocaram Portugal no estado em que se encontra.

 

A greve à democracia no próximo dia 5 de Junho, com uma abstenção de todos nas próximas eleições é a única saída que resta a Portugal para refundar a democracia. Adiro pois ao repto lançado por António Marinho e Pinto, e igualmente convido todos os portugueses de bem a absterem-se nas próximas eleições legislativas de 5 de Junho. Aliás, desde as últimas eleições europeias de 2009, que, com excepção das eleições autárquicas desse mesmo ano, que me tenho vindo a abster em actos eleitorais.  E assim espero continuar.

publicado por novadireita às 10:53
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Quinta-feira, 14 de Abril de 2011

Barcelona - Real Madrid nas Meias-Finais da Liga dos Campeões

Quís o sorteio que um dos jogos das meias-finais da Liga dos Campeões oponha o Barcelona ao Real Madrid, e, por conseguinte Leonel Messi a Cristiano Ronaldo e Josep Guardiola a José Mourinho.

 

Vão ser dois jogos electrizantes, disputados por duas das melhores equipas da actualidade e que, no presente momento, melhor jogam futebol, jogos esses que já começam a mexer nos bastidores. E, para nós, portugueses, sempre vai servir para desanoviar a cabeça desta crise em que nos encontramos mergulhados, fruto de (des)Governos liderados por inumputáveis políticos.

 

Aliás, no curto espaço de um mês, Barcelona e Real Madrid vão jogar entre si 4 vezes, estando agendado o próximo jogo já para o próximo domingo, a contar para a liga espanhola.

 

Por mim, e sendo eu um anti castelhano e anti Madridista convicto, e um incondicional adepto do Barcelona (lembro que foi devido à Revolta da Catalunha que Portugal conseguiu Restaurar a sua Independência em 1 de Dezembro de 1640), espero que o Barça vença a eliminatória, repetindo, de preferência, as exibições e os resultados do último Barcelona-Real Madrid, em que o Barça ganhou por uns categóricos 5-0.

publicado por novadireita às 17:24
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Quarta-feira, 13 de Abril de 2011

12 de Abril de 2011 - A Vinda do FMI

Chegou ontem a Portugal uma troika  de membros do Fundo Monetário Internacional, da União Europeia e do Banco Central Europeu, com vista a analisar as contas públicas portuguesas, e a estabelecer negociações com o Governo com vista a estabelecer o montante de ajuda a Portugal, e as contrapartidas a pagar pelo País, ou, melhor dizendo, por todos nós, contribuintes, pela ajuda que nos vai ser prestada.

 

Paralelamente à chegada da troika a Portugal, ficamos a saber, pelo Ministro das Finanças, que Portugal só tem dinheiro para honrar os seus compromissos até ao final do próximo mês de Maio, entrando a partir de Junho numa situação de bancarota, a menos que até lá o FMI e o FEFF consigam injectar algum dinheiro no País.

 

Fixem pois esse dia - 12 de Abril de 2011 -. Vai ser o dia do início de uma longa e penosa agonia para Portugal e para os Portugueses, da qual não se vê fim à vista.

publicado por novadireita às 18:01
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Segunda-feira, 11 de Abril de 2011

PEC IV Agravado

O PEC IV, que o Parlamento chumbou, e que levou a que José Sócrates tivesse apresentado a sua demisão do cargo de Primeiro Ministro e à dissolução do Parlamento com a convocação de eleições legislativas para o próximo dia 5 de Junho, constitui o ponto de partida para o o resgate de Portugal, efectuado quer pelo FEFF, quer pelo FMI.

 

Segundo vinha em alguma imprensa do passado fim-de-semana, as condições para que o FEFF e o FMI procedam à ajuda externa do País pessam pela aplicação do PEC IV, com alguns agravamentos.

 

É pois de esperar mais um saque fiscal, com o aumento do IVA, a redefinição de algumas tabelas, o aumento do IRS, seja pelo aumento das taxas, seja ainda pela redução ou mesmo eliminação de deduções e de benefícios, o aumento de alguns impostos sobre o consumo, designadamente sobre o tabaco e as bebidas alcoólicas.

 

É ainda de esperar mais cortes nos salários, nas pensões, no congelamento de salários e de pensões, mesmo as mais baixas, e despedimentos na função pública.

 

Por último, é ainda de esperar que Portugal viva em recessão, pelo menos, até 2012, e que só a partir de 2013 a economia portuguesa dê sinais de crescimento que, mesmo assim, serão ténues e escassos.

 

Será pois interessante ver como é que Pedro Passos Coelho e Paulo Portas irão governar o País com um PEC IV mais agravado do que aqueles que os seus partidos chumbaram. Já não se ouve Paulo Portas manifestar a sua oposição a novo aumento de impostos, ele que sempre foi contra tal medida.

 

Triste ironia do destino, que são sempre os mesmos a pagarem pelos erros de governantes inimputáveis. Confesso que tenho vontade de chorar, e que pondero seriamente a hipótese de emigrar, pois neste País não se aprende nada, e pouco ou nada há para fazer.

sinto-me:
publicado por novadireita às 11:56
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Quinta-feira, 7 de Abril de 2011

FMI - O Fim da Novela

O (des)governo em gestão, liderado por esse inenarrável Pinto de Sousa (nome de um famigerado árbitro de futebol), e de nome próprio José Sócrates, veio finalmente desencadear os mecanismos de pedido de ajuda de resgate a Portugal, quer por intermédio do Fundo de Estabilização e Estabilidade Financeira (FEFF), quer pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

 

Trata-se, como diria Gabriel Garcia Marquez, de uma crónica uma morte há muito anunciada. Ou então de uma telenovela com um fim previsto desde o início, pois a intervenção do FMI seria inevitável.

 

Sócrates culpa a Oposição pelo pedido de ajuda formulado por Portugal ao FEFF e ao FMI, porque, segundo Sócrates, a intervenção do FEFF e do FMi deve-se apenas e em exclusivo ao chumbo parlamentar do PEC IV. Por seu lado, a Oposição, secundada de resto em pareceres e estudos de outros economistas, diz que mesmo que o PEC IV fosse aprovado pelo Parlamento, a intervenção do FEFF e do FMI era inevitável. Seria uma questão de tempo.

 

Isto só demostra que desde a triste Convenção de Évoramonte de 1834, Portugal, ou o pouco que resta dele, vai caminhando para um abissmo. Nem khamikazes nos valem, pois esses morriam pela glória e pelo serviço ao Império e ao Imperador do Japão. Ao passo que Portugal já não tem Império. E muito menos Imperador. A não ser que considerem os pantomineioros Merkel  e Sarkhozy, e os engajados e subservientes Silva de Boliqueime, e Sócrates do raio que o parta como "Imperadores" deste País.

publicado por novadireita às 23:23
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Terça-feira, 5 de Abril de 2011

Parlamento Não Comemora Revolução dos Cravos

Devido à dissolução do Parlamento na sequência da demissão de José Sócrates, este ano não terão lugar no Parlamento as cerimónias comemorativas da Revolução ocorrida a 25 de Abril de 1974.

 

Vasco Lourenço, esse imbecil Capitão e "herói" de Abril já se veio insirgir contra o facto de este ano o Parlamento não proceder à comemoração do aniversário dessa Revolução, dizendo que os políticos certamente que terão vergonha do estado em que deixaram o País.

 

Porém o que esse mente capto ignora é que foi a Revolução ocorrida a 25 de Abril de 1974, do qual ele foi um dos protagonistas, que deixou o País no miserável e lamentável estado a que chegou.

 

Aliás, a Revolução de 25 de Abril de 1974 foi o culminar de uma série de barbaridades a que Portugal e os Portugueses foram submetidos, que começaram com a famigerada Convenção de Évoramonte de 1834, que levou à abdicação e ao exílio de D. Miguel I, continuaram a 5 de Outubro de 1910, com a Implantação desta famigerada e decrépita República, que se encontra esgotada e desacreditada, e que culminou nessa verdadeira Traição Nacional, que foi o 25 de Abril de 1974, que deu origem ao PREC, à Reforma Agrária, às Nacionalizações e à Descolonização dita de "exemplar", mas que foi um exemplo pela negativa, e que transformou este País num manicómio em autogestão.

 

Não se perde nada em não se proceder à comemoração da Revolução de Abril no Parlamento. Sempre se poupa algum dinheiro que faz falta a Portugal. Dinheiro esse que estes políticos, quer os da I República, quer os saídos da Revolução de Abril esbanjaram a granel.

publicado por novadireita às 11:37
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Divórcios Gays

O "Sol" da passada sexta-feira trazia uma notícia em que, ainda não volvido um ano de vigência da exótica e aberrante lei que permite o "casamento" civil de duas pessoas do mesmo sexo nas mesmas condições em que duas pessoas de sexo diferente o podem contrair, já se verificaram dois "divórcios" de dois "casais", ou, melhor dizendo, de duas parelhas de lésbicas.

 

Confesso que não tenho nenhuma apetência por esta faceta jurídica (o divórcio de "casais", ou, melhor dizendo, de parelhas de homossexuais). Aliás já deixei aqui bem expresso que, como Advogado, recuso o meu patrocínio forense a divórcios de parelhas de homossexuais, e se for nomeado patrono para o efeito pela Ordem dos Advogados no âmbito do Sistema de Acesso ao Direito, pedirei escusa do patrocínio, por questões de consciência, ao abrigo do disposto no Estatuto da Ordem dos Advogados, que nos permite recusar o patrocínio a uma causa que em consciência consideramos injusta.

 

Mas não deixará de ser interessante um processo de divórcio litigioso entre uma parelha de homossexuais, sobretudo assente em violação dos deveres conjugais. Imagino o estômago que Juízes e Juízas integros e bem formados, que ainda vão havendo por aí, mas que, infelizmente, tendem a escassear, precisarão para julgarem processos dessa natureza.

 

Um julgamento desses deve ser de criar bicho, ou, melhor dizendo, de criar bicha. Safa.

publicado por novadireita às 11:27
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